terça-feira, 8 de maio de 2012

Parte 3 - O Universo Heliocêntrico

Aristarco, um filósofo grego que viveu depois de Aristóteles, sugeriu que as observações no céu poderiam ser mais plausíveis com a explicação de que os planetas se movem ao redor do Sol, mas ninguém quis acreditar nele. Cerca de 600 anos depois, o erudito Marciano Capella disse que Mercúrio e Vênus se moviam ao redor do Sol, ao passo que tudo o mais girava em torno da Terra. Os estudiosos posteriores mantiveram essa ideia. Foi isso que inspirou Copérnico a estabelecer seu modelo de Universo.
A esfera armilar foi inventada pelo astrônomo grego Eratóstenes em 225 a.C. como forma de modelar a Terra e os céus e verificar a posição das estrelas e dos planetas. Cada anel entrelaçado representava o caminho que faz um planeta, uma estrela importante ou uma constelação do zodíaco. Seus movimentos eram demonstrados com a manipulação dos anéis. Nesta esfera armilar feita para representar a ideia de Copérnico, o Sol está posicionado no centro. Naquela época, a maioria dos astrônomos achava que esta era apenas uma ferramenta para cálculos, mas alguns perceberam que esse instrumento poderia demonstrar como o Universo se movia e estava, de fato, estruturado.


Parte 2 - A Terra como Centro do Universo

Em civilizações antigas, o movimento do Sol, da Lua e das estrelas era usado para medir o tempo. Os calendários eram ajustados de acordo com esses corpos celestes e usados para determinar o período de plantação e colheita. O filósofo grego Aristóteles expressou como esses antigos povos pensavam. Ele afirmou que a Terra era o centro do Universo e que todos os objetos no céu giravam ao redor dela.

Aristóteles e a maioria dos filósofos gregos achavam que o Sol, a Lua, as estrelas e os planetas visíveis a olho nu se moviam em volta da Terra.

Embora essa explicação a princípio tenha sido aceita sem questionamento, com o passar do tempo foi observado que Mercúrio e Vênus não se distanciavam tanto do Sol como sugeria a ideia de Aristóteles. Sua noção também não explicava porque Júpiter e Saturno algumas vezes pareciam fazer p caminho inverso. Mais tarde, o astrônomo egípcio Ptolomeu sugeriu que os planetas se moviam em rotas circulares em volta da Terra, e isso satisfez os astrônomos; até que Copérnico dirigiu toda sua atenção para os céus.



Parte 1 - O Universo Heliocêntrico de Copérnico


Nicolau Copérnico nasceu em uma abastada família polonesa em 1473. Embora tenha perdido os pais quando ainda era jovem, ele foi criado por um tio e sabia falar polonês, alemão, grego, italiano e latim. Copérnico desenvolveu interesse em Astronomia enquanto estudava na Academia de Cracóvia. Mias tarde, estudou Medicina e Direito em outras universidades e conheceu Domenico Maria Novara, professor de astronomia, que o inspirou a estudar os céus. Em 1497, o tio de Copérnico havia se tornado um bispo de Vármia e Copérnico tornou-se um padre na catedral de Formbork. A partir daí, ele ocupou várias nomeações no governo local, mas voltava aos seus estudos de Astronomia sempre que podia. Por fim, ele reuniu suas ideias e descobertas em um livro sensacional que mudou a forma como as pessoas pensavam o mundo.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Histórico da Química Orgânica

A química orgânica é uma divisão da química que foi proposta em 1777 pelo químico sueco Torben Olof Bergman.

A química orgânica era definida como o ramo químico que estuda os compostos extraídos dos organismos vivos.

Em 1807 foi formulado a Teoria da Força Vital por Berzelius, ela baseava-se na ideia de que os compostos orgânicos precisavam de uma força maior (a vida) para serem sintetizados.

Em 1828, Friedrich Wöhler, discípulo de Berzelius a partir do aquecimento do cianeto de amônio (reino mineral), produziu a substância ureia. Começa então a queda da Teoria da Força Vital.

A obstenção de Wöhler ficou conhecida como Síntese de Wöhler.


A definição de Bergman tornou-se inadequada, então o químico alemão Friedrich August Kekulé, propôs uma nova definição aceita atualmente: Química orgânica é o ramo da química que estuda os compostos do carbono, chamados de compostos orgânicos.

OBS. - Alguns compostos, apesar de apresentarem o elemento carbono, são estudados como compostos inorgânicos, por apresentarem muitas características de compostos inorgânicos:





Gabarito das Questões já divulgadas

Questão 100, Caderno Amarelo - 2º Dia

a. da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origem duvidosa de alguns.


Questão 101, Caderno Amarelo - 2º Dia


c. representação, na figura do personagem-narrador, de outros Severinos que compartilham sua condição.



Questão 102, Caderno Amarelo - 2º Dia

d. o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e um dito popular.



Questão 104, Caderno Amarelo - 2º Dia

b. o traçado simples de amplas linhas curvas opostas resultando em formas marcantes.


Para Praticar 4

Questão 104 - Caderno Amarelo - 2º Dia

Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos verticais de sustentação, foram sofrendo modificações e incorporando novos materiais com ampliação de possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregas sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas, por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquiteto brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1907. No desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio da Alvorada, observa-se




ALTERNATIVAS:
a. a presença de um capitel muito simples, reforçando a sustentação.
b. o traçado simples de amplas linhas curvas opostas resultando em formas marcantes.
c. a disposição simétrica das curvas, conferindo saliência e distorção à base.
d. a oposição de curvas em concreto, configurando certo peso e rebuscamento.
e. o excesso de linhas curvas, levando a um exagero na ornamentação.


Para Praticar 3

Questão 102 - Caderno Amarelo - 2º Dia

O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideário de consumo quando sua função é vender um produto. No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticos e extralinguísticos para divulgar a atração "Noites do Terror", de um parque de diversões. O entendimento da propaganda requer do leitor




ALTERNATIVAS:
a. a identificação com o público-alvo a que se destina o anúncio.
b. a avaliação da imagem como uma sátira às atrações de terror.
c. a atenção para a imagem da parte do corpo humano selecionada aleatoriamente.
d. o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e um dito popular.
e. a percepção do sentido literal da expressão "noites do terror", equivalente à expressão "noites de terror".